Maracanã

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sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Anônima


Anônima

assim ela passa

sem nome, um rosto a mais

na multidão, lá vai, com seu passo apressado...

tem olhos que buscam o chão e o céu, passeiam...

seus olhos passeiam sobre as pessoas que a circundam...

ela passa e seus olhos passeiam..ela se vai...se perde...

mistura-se ao mundo, suas cores se diluem, seus pés se apagam,

seus braços se borram de tantos outros braços, sem afagos,circundam...

suas pernas se apressam, seu rosto se contrai em ânsias de ser compreendido...

terá ela um coração partido?será ela um ser de sentido bem vivido?

terá ela a dúvida do ato falho e surpreso?

que grito terá ela na garganta deixado preso?

quantas vezes terá sonhado com a luz do infinito?

ou terá se rendido à desilusão de descrer de tanto mito?

lá vai ela, passa, passeia, na passarela da avenida em trânsito

ela me faz emergir em transe, cada vez que sua testa franze,

seu semblante me indica preocupação, tensão, correria, difuso âmbito,

ela está nas ruas como está nos bares, nas noites, como nos dias,

ela é parte integrante da desintegração da espécie, é criatura passante,

é ávida de maratona, é pululante, pulsante, equilibra-se nos saltos, arfante...

assim, ela me perpassa os olhos, me deixa lembrança, ainda que expressa,

como o café com pressa, qualquer segundo cometa que me ultrapassa, lépido,

sou como seu espelho retrovisor, mal ela se vai, sua imagem some, em mim,

quase nada ficou, talvez um rastro de luz, talvez a saudade dela, o épico,

da sua passagem, trago assim, o lamento bobo de não saber seu nome, intrépido,

me disponho a nomeá-la , apelidá-la, chamá-la como se convida com um psiu,

pois ela já está distante agora, além de mim, quem mais será que a viu?


poesia de Aparecida Torneros

John Lennon ( lembrando Yoko)

http://www.youtube.com/watch?v=PaLfDnShEn0&feature=related

Erasmo Carlos: Mulher ( lembrando Narinha)

http://www.youtube.com/watch?v=eN8JisKBLzw&feature=related

Mulheres, o Sexo Forte, cinema, estréia...que promete bombar!







Marido rico, casa enorme, tempo para se cuidar, eventos badalados para freqüentar e uma jovem e saudável filha para criar. Aos olhos de um desavisado, a vida de Mary Haines (Meg Ryan) parece perfeita.

A relação com a melhor amiga, a editora de uma badalada revista de moda Sylvia (Annette Bening), porém, parece um pouco distante desde que Mary começou a ter problemas no casamento. A fofoca que tem atormentado a vida de Mary é que seu marido, Steven, engatou um caso com uma bela vendedora de perfumes. Primeiro ela tenta ignorar o fato, mas suas outras amigas, incluindo a mãe de quatro filhos Edie e a lésbica Alex, já sentiram o cheiro da traição no ar.

Agora, ela precisa decidir quais serão seus próximos passos, mas contará com a ajuda das fiéis escudeiras e ainda descobrirá o quanto tem sido ausente com sua filha Molly.

Mulheres, o Sexo Forte é uma refilmagem do clássico As Mulheres, de 1939, e, em termos de produções atuais, difícil não relacionar a trama com as aventuras das amigas inseparáveis de Sex and The City.

Assim como o longa original, a nova versão tem um elenco formado apenas por mulheres.

Freud implica ( com as mulheres)


Freud implica ( com as mulheres)


( baseada em texto de Ana Cristina Reis)


E como implica!!! Esse homenzinho muito inteligente e implicante chegou para confundir e não para explicar. Objeto de teses aos milhares, o texto de Freud, que por si só, não esgota o inesgotável questionamento sobre a psique humana, com certeza, tem o mérito inquestionável de provocar reações nos inconscientes incomodados com o mistério da vida e com as diferenças comportamentais entre machos e fêmeas.


Artigo recente da jornalista Ana Cristina Reis pôs mais lenha na fogueira e provocou reações nos seus leitores do jornal O Globo, quando ela recebeu uma avalancha de emails masculinos em sua maioria “instando a falar sobre as neuras femininas”. A articulista aceitou o desafio e respondeu com as considerações a seguir, suas, evidentemente, mas muito interessantes, para se repensar nossa cultura quanto ao que o pai da psicanálise falou sobre as mulheres. Ela escreveu: “E desta vez, sem muita ajuda de Freud – seja porque ele pensou pouco nas mulheres, seja porque não entendi o que ele escreveu sobre elas. Portanto, o que se segue são considerações advindas da observação:


1) Mulheres que só têm prazer se relacionando com homens imprudentes, galinhas e de caráter duvidoso. Sofrem do complexo “ligações perigosas”. Depois de muito padecer, tentam achar um sujeito legal. Geralmente não conseguem. Então dizem que o mercado só tem homem casado ou gay. Dependendo de onde procuram, o quadro é esse mesmo.


2) Não só alguns homens só gostam de se relacionar com mulheres mais novas. Há mulheres que procuram homens mais velhos e não é golpe do baú. Elas buscam o homem/pai. Seja porque o pai foi omisso, seja porque foi presente demais.


3) Algumas das mulheres que não viveram bem a relação com o pai enfrentam dificuldades no sexo. Não gozam. No máximo acham que têm orgasmo, mas é algo clitoriano, rápido, pouco eficaz. Não confiam nos homens, não se soltam.


4) Algumas amam demais. Viram mães dos maridos, se anulam, fazem tudo para agradar. E o que conseguem? Desprezo e pena a médio prazo. Solidão a longo prazo.


5) Algumas amam de menos. Por medo de amar demais.” Dá para sentir o quanto o tema sexualidade feminina encerra de espaços vazios a serem observados, como fez a jornalista em cinco resumidas conclusões que ela mesmo ressalta que poderiam ser dez ou mais.


Há uma infinita possibilidade de considerações possíveis a serem tecidas a partir da vivência de cada mulher no universo inteiro. Cada uma, em que pese sua cultura, seu contexto social e econômico, sua formação religiosa, sua história pessoal, seguramente terá muito mais que dez observações sintéticas a relatar sobre os sentimentos que a impulsionam a amar e viver. Em sua maioria, no mundo todo, nem sequer terão lido Freud, e, se tivessem lido, talvez não fizesse a menor diferença para minimizar a inquietação natural resultante pela busca de desvendar seu próprio mundo.


Para cada Eva, jovem ou madura, deve existir um Adão resolvido a levá-la a um paraíso sonhado. Assim diz a lenda bíblica. No mais, é bom repetir o aforisma freudiano: “quase se pode dizer que a mulher inteira é um tabu”. O que significa que o grande psicanalista e pensador não conseguiu mesmo foi desvendar o tabu. Apenas implicou com ele!

Aparecida Torneros

em 08/05/05

As minhas necessárias consultoras de beleza...




Lina e Norma que me transformam em star...rs
A elas dedico crônica antiga...que reproduzo abaixo:
O creme da juventude
A vendedora insistiu. Veio entregar o creme para rejuvenescimento da pele, marca famosa, encomendado pela minha eterna vaidade, para rostos com mais de 45 anos, em pleno fim de tarde de um domingo preguiçoso e extemporâneo.

Descobri que precisava me aprontar e rapidinho. Estava abandonada, caseira e largadona. Vesti depressa uma pantalona estampada e a blusinha amarela.Um par de argolas enormes, o rabo de cavalo, nenhum batom. Cara lavada, desci para pegar e pagar o santo remédio que cura o tempo.

Subi o elevador, com o pote mágico na mão, vitoriosa por fazer parte da legião feminina que se cuida para ser bonita apesar da idade que avança. Larguei o creme da juventude na bancada do banheiro, depois eu uso. Quando tiver saco.

Naquela horinha certa, quando sobreviverem em mim as certezas excusas de que preciso estar linda para agradar os outros. Sub-entende-se nesses outros, os homens , os companheiros, os amigos, os candidatos a namorados, os \"ex\", para quem não se deve deixar cair a peteca nunca, por conta de lamentarem nos ter perdido algum dia.

Mas, francamente, nada fiz nesse domingo que não fosse refestelar-me assistindo filmes, lendo livros e jornais, ouvindo boa música, escrevendo alguns trabalhos, cozinhando o trivial na base do engordiet... E, o ato de receber a tal encomenda, própria para maiores de 45, me inoculou uma ponta de \"deprê\" que preciso expulsar com energia.

Sozinha, se buscar as rugas no espelho, encontro. Sozinha, se procurar lembranças tristes, descubro-as, infelizmente. Sozinha, se questionar as razões do isolamento consentido, será fácil ler as respostas de múltipla escolha.

Agora, que já disponho de uma nova arma para encobrir as rugas, preciso ainda sepultar amargas recordações, abrir uma janela na torre onde me encastelo nas noites de domingo e sair por aí.

Quero dançar de novo o \"paso double\", justo aquele compasso a dois, que, em algum lugar do meu coração deva estar ensaiando atribular-se com os quesitos da soma de sentimentos humanos, menos egoístas e mais compartilhados. Talvez eu acabe com esse arremedo depressivo, no instante em que tiver o gesto nobre de aceitar o amor, de novo, no meu coração. Deixar que ele entre e me absolva.

Considerar que nada vale uma pele bem cuidada num rosto que esconde a fuga das paixões profundas. A pele por mais linda que seja, é superfície. Vou ligar de novo para a simpática representante comercial dos comésticos. Preciso perguntar pelo produto revolucionário: - Vocês têm algo especial para amaciar as entranhas, limpar as impurezas da alma e apagar as marcas de quebradeira do coração, que fomos adquirindo, e teimam em aparecer tão fortes, principalmente nas noites de domingo?

Aparecida Torneros
RJ, domingo, 20 hs, novembro, 2005

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

A Mulher Necessária: lançamento em Niterói
















Texto de um email enviado pelo saudoso jornalista Artur da Távola:
"Cida:
Seu texto é suave, verdadeiro, vai no essencial e a sensibilidade explode em anjos benfazejos.
Grato por enviá-lo.
Trouxe-me reflexões, agradecimento, e alegria interior.
Ademais, seres como duendes, napéias, fadas, misteriosamente me despertam curiosidade e sutilezas provenientes do Mistério. Eles existem, sabia? Inclusive uma bruxinha de meio metro que esconde as coisas em nossas mesas de trabalho, gavetas etc
Fraternalmente
Artur da Távola "

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Bilhete de amor e as aves migratórias...per amore


http://www.youtube.com/watch?v=ndXN1pJ8VJQ&feature=related


como poderia esquecer vc?impossivel. VC é muito especialbeijos carinhososestou doido para estar um pouco com vce te amar intensamente




de muito longe, chega-me um bilhete de amor
fez-me lembrar das aves migratórias
a saudade dos lugares distantes e histórias
onde o amor se faz presente, na saudade...
meu amor me manda beijos e carinho,
tenho dele os sabores, tantas memórias,
de mim, ele guarda a loucura do amor intenso,
como as aves que buscam no universo imenso
novo aconchego e cada novo ninho,
seu bilhete de amor me resplandece,
pois se ele diz que não me esquece,
quem sou eu para deixá-lo distante?
busco voar em sua direção e vou encontrá-lo
dia desses, pousarei no seu peito arfante,
com beijos e abraços, sorrisos, vou amá-lo..
voaremos juntos pelo céu do nosso encontro,
seu bilhete de amor está a me transformar
em ave voadora, sou aquela que começa a migrar
em direção ao ninho que ele me prepara
em algum lugar desse mundo, com tanto carinho,
e meu coração, finalmente, no dele, se ampara...

Aparecida Torneros

Agradecimento especial à equipe Arlequim!




Eles me cobriram de atenção e carinho. Nota 10 para a equipe Arlequim!

Viva a Primavera no Hemisfério Sul!!!


Em Niterói, almoço em prol do Remanso Fraterno, obra do espírita Raul Teixeira











Lena atravessou comigo de barca e fomos até Charitas, para almoçarmos em São Francisco, onde, no dia 2 de setembro, aconteceur um almoço em benefício do Remanso Fraterno, obra social dirigida pelo espírita Raul Teixeira.
Eu o saudei e ofereci meu livro. Lena adorou comer comida japonesa pela primeira vez e viajar de barca também pela primeira vez.
As palavras do grande palestrante e mestre foram de aconchego e era o dia do meu aniversário. Quando voltamos, fui para a Arlequim, no Paço Imperial, lançar o livro no Rio de Janeiro...
Mas, fiquei sonhando em fazer isso em Niterói, logo...e agora, no dia primeiro de outubro, convido a todos e todas, para uma ida ao Café Matita, em Santa Rosa, a partir das 19 horas, estarei lá, abraçando cada um, com carinho e amizade.
Aparecida Torneros



Afinal, Helô me deu o caleidoscópio que ela fez...


Helô esteve no Rio e me deu o prometido caleidoscópio esta semana...é lindooooooooooo

nem pensem invejar...rs

Aparecida Torneros




Caleidoscópio


Um sonho de segundos, e o colorido vai passando como num mundo mágico, aos nossos olhos, formando figurinhas brilhantes, flores e cabalas, à medida que os pedacinhos de vidro se movem diante da luz, em espectro sonhador. Helô, a eterna hyppie, me mostrava suas criações, naquelas tardes de Búzios, na casa da Cris, quando eu precisava ver mesmo as cores da vida renovada. Saudade de pintar o mundo com a ilusão de um bom caleidoscópio. Ilusão de ótica, olhar de criança encantada, lá iam meus pensamentos enveredando pela alegria que pode ser tão intensa quando se valoriza um ângulo profundamente especial.
É assim que busco ver os momentos todos. Tão efêmeros na sua beleza abundante, enquanto o milagre da vida acontece para que valorizemos os encontros com os sonhos, mesmo acordados para uma realidade que pode ser dura à nossa volta.
No grande caleidoscópio do universo, os elementos vão mudando de lugar, matematicamente ordenados em crescimento eterno. O bing-bang da explosão originária de que tanto falam os cientistas, nos trouxe essa misteriosa luz para nos fazer criaturas extasiadas com o inexplicável, o espaço que continua a se expandir, os mundos que ainda nos são tão desconhecidos, os planos acima e abaixo que devem ser as tais morados da casa do Pai, como um dia se referiu o Mestre Jesus, numa de suas parábolas tão divulgadas pela fé enquanto nossas figurinhas se enroscam em torno de nossos ínfimos umbigos, a nos ligar ao tempo e ao espaço.
Helô, que um dia encontrei em Buenos Aires, é aquela pessoinha de vida migrante, a mesma que conta histórias da Amazônia, do Morro de São Paulo, que confecciona luminárias e micro-oratórios, como o que tenho aqui comigo, do tamanho de uma caixa de fósforo, com um São José segurando o menino Deus, no colo da fantasia, envolto em pedrinhas brilhantes, colocadas meticulosamente pelas mãos da artista, aquela que sabe presentear com delicadeza dos seus dedos cada vez que cria seu mundinho particular e o divide conosco.
Pois é, como a Helô é a única criatura que conheço que ainda produz caleidoscópios, encantando crianças e adultos, ela me provoca vontades infantis de sair correndo pelos campos, cheirar flores e observar passarinhos, admirar borboletas, deixar que o gosto da chuva me ensope a língua, me encha a boca, no descompromisso quase impossível de viver a liberdade de ser.
Saúdo a saudade dela, nem sei onde está agora, talvez na Atafona do norte do Estado do Rio, talvez na casa da filha que vive na Argentina, quem sabe, novamente, produzindo artesanato pelos lados de Búzios, ou ainda, em alguma seresta de fim de tarde, na casa de amigos cantadores.
Helô me deve um caleidoscópio e vou cobrar, aliás, estou cobrando, pois, em certos minutos do meu universo pequeno e rico de perguntas sem resposta, preciso mesmo é de fixar meus olhinhos num artefato tão múltiplo de imaginação e viajar nas imagens lindas que o acaso vai formando, unindo formas, misturando cores, trocando rapidamente o lugar da geometria engenhosa de algum Deus especialista na criação de pequenas verdades, mentirinhas necessárias e brilhos com sabor de eterna infância.

Aparecida Torneros

Artigo meu sobre o pres. Lula publicado no Observatório, em 23 de setembro


leiam e comentem, please!



Notícia publicada no site Bahia de Fato e letra de música, Erasmo Carlos

Mulher
Erasmo Carlos
Composição: Erasmocarlos - Narinha
Dizem que a mulherÉ o sexo frágilMas que mentiraAbsurda!Eu que faço parteDa rotina de uma delasSei que a forçaEstá com elas...Vejam como é forteA que eu conheçoSua sapiênciaNão tem preçoSatisfaz meu egoSe fingindo submissaMas no fundoMe enfeitiça...Quando eu chego em casaÀ noitinhaQuero uma mulher só minhaMas prá quem deu luzNão tem mais jeitoPorque um filhoQuer seu peito...O outro já reclamaA sua mãoE o outro quer o amorQue ela tiverQuatro homensDependentes e carentesDa força da mulher...Mulher! Mulher!Do barroDe que você foi geradaMe veio inspiraçãoPrá decantar vocêNessa canção...Mulher! Mulher!Na escolaEm que você foiEnsinadaJamais tirei um 10Sou forteMas não chegoAos seus pés...




O post foi colocado em agosto, mas é de uma atenção tão especial do coleguinha baiano, que eu preciso mesmo agradecer...em novembro, estarei lá, Ó Pai Ó!!! rs


A Mulher Necessária

Será lançado na Bienal do Livro, em São Paulo, nesta quinta-feira, 21 de agosto, o livro de artigos e crônicas, da poetisa e jornalista Maria Aparecida Torneros, intitulado "A mulher necessária". São mais de 100 textos, distribuídos em 250 páginas, que ela escreveu ao longo de 38 anos de profissão e foram publicados em jornais como A Tarde, de Salvador, em sites como Observatório da Imprensa, em revistas e blogs.
O livro conta com três prefácios: um, do publicitário e poeta Theo Drummond, outro do jornalista baiano Vitor Hugo Soares e um terceiro escrito pelo advogado, ex-deputado e ex-ministro José Dirceu.
Aliás, no site do Zé Dirceu tem um excelente depoimento dela sobre os “idos de 68”.
O livro será lançado também, no Rio de Janeiro, em 2 de setembro. Atualmente, Maria Aparecida trabalha na Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro (EMOP).Em Salvador , o lançamento será em novembro.POEMAS DE APARECIDA TORNEROS AQUI

Alê, da Márcia, e Luana, da Magali, enfeitaram a tarde-noite na Arlequim, RJ











Obrigada a essas duas amigas, Márcia e Magali, com seu pessoal, Alê e Luana, dando mais alegria à noite do lançamento do "A mulher nessária". Vou pedir a ele, que é craque no desenho, para criar um cartaz sobre o livro... pedir não ofende...rs
Cida

Mamãe Norma, no lançamento no Rio, alegria, emoção, fortaleza de espírito.. sempre foi a minha Mulher Necessária













Atualmente, com quase 82, ela está claudicante, cansada...
Passou-me a vida toda a fortaleza de espírito e muita bronca carrancuda...
Até hoje, quando me chama a atenção, sinto-me uma menina sendo repreendida, mas perdôo, é seu jeito de ser mulher dura e decidida.
No lançamento, na Arlequim, ela alternou alegria, emoção e choramingo.
Mas, sobretudo, é aquela que enfrentou agruras, foi obstinada e só nos dava um conselho: estudemmmmmmmmmmmmm....rs
Aqui, estamos, mamãe, continuamos a estudar...apesar de ter soprado as velinhas dos 59...sigo seu exemplo e vou em frente...firmeeeeeeeeee....
beijos da filha Cidinha


Denise Guimarães incrementando o lançamento em Niterói




Vai ser dia primeiro de outubro, no Café Matita, em Santa Rosa, Niterói. O livro "A mulher necessária " vai atravessar a Baía de Guanabara e ser lançado na cidade de melhor qualidade de vida que a gente conhece.
A Ghirlayne, jornalista e dona do pedaço, vai nos receber com o maior carinho.
O endereço é rua Santa Rosa 184, lj A.
A partir das 19 horas, com direito a autógrafos e pequena palestra sobre o livro, além de desconto garantido. Os salgadinhos, a escritora está oferecendo, ok?
Vocês merecem! Até lá, pois amo Niterói, terra onde cursei jornalismo, na UFF.
Aparecida Torneros

Esticando no Petisco, na noite do lançamento...






Dizem que é o chope mais bem tirado da Vila Isabel...foi lá no Petisco, que a Maria Menezes me esperou para esticarmos, com outros amigos, no dia do lançamento do meu livro no Rio. Levei comigo uma rosa e enfeitei a mesa do tradicional bar...fechamos com chave de ouro a noite e com certeza, lembramos Noel Rosa...o nosso grande protetor do bairro, boêmio talentoso que nos deixou pérolas como " Feitiço da Vila"... e por falar em feitiçaria, que mulher não tem o segredo de uma delas sob o olhar ou a partir de um sorriso?

As rosas da Magda, tia Maria e Bel...



No dia 2 de setembro, quando cheguei na Arlequim, para o lançamento do meu livro " A mulher necessária" ...havia um arranjo de flores me esperando...rosas vermelhas...lindonas...
O cartão era assinado pelas três queridíssimas ...a afilhada e prima Magda, a tia Maria, irmã do meu pai Ulysses e a Bel, filha da Magdinha, jovem mergulhadora, que completou há pouco, seus 15 anos.
Elas não puderam ir, mas as rosas estiveram lá o tempo todo, enfeitando a festa ( era meu aniversário também) e as representaram com muito carinho. A foto comprova como a energia dessas rosas impregnou de amor aquele dia.

Eliane Carvalho, a fotógrafa, mãe da Maria Clara e minha ex-aluna...


Ano 2000, na Cimeira, foto de trabalho...Eu com Eliane Carvalho e equipe...

A foto é do ano 2000. A equipe era a da Comunicação Social do Gabinete do Prefeito do Rio.

Uma reunião de Chefes de Estado acontecia ali, no Parque do Flamengo, Centro da Cidade, e nós participávamos com muito trabalho, do evento. Vimos de perto figuras exponenciais da América e da Ibéria.

Marcaram-me duas: Fidel Castro e Chavez. O primeiro pela agudeza de raciocínio e carisma diante da platéia que o reverenciava, e o segundo pelo uniforme cheio de medalhas. Mas foi do primeiro ministro de Portugal, à época, que recebi o melhor sorriso, e com o pessoal da televisão espanhola, intermediei uma ótima entrevista do Prefeito Luiz Paulo Conde, transmitida ao vivo para a Europa, sobre a importância do Encontro, na cidade maravilhosa.

Tempo que me dá saudade, agora, porque o Prefeito Conde resplandecia alegria de viver numa cidade que tem essa vocação, tornar as pessoas alegres, só de olharem sua paisagem, já é um primeiro passo para a crença de que ainda é possível salvar o mundo.
Nas fotos, é possível detectar parte do clima de trabalho e júbilo.

Eu, com as meninas: Eliane, a fotógrafa, Andréa e Ludmila, jovens profissionais que tinham cedo a grande oportunidade de aprender participando de eventos macro.
Dias em que se discutia o relacionamento entre os povos latinos do continente e seus colonizadores: Espanha e Portugal.

Desses encontros, ficam muitas lições. A maior delas, a confraternização extemporânea, e a mais sábai delas: é preciso conciliar e contemporizar tantas diferenças e vaidades.
Quanto a mim, sentia que esse capítulo da vida profissional era um passo importante na caminhada, enquanto agradecia intimamente mais esta chance que a vida me oferecia, ao lado do querido Prefeito Conde e de tantos companheiros e companheiras de equipe, de quem hoje sinto saudades e muito respeito.

Aparecida Torneros
Jornalista Rio de Janeiro







Ela é doce como o mel...e é alpinista...rs

Sobe que nem lagarta pelas pedras...Sua filha Maria Clara vai pelo mesmo caminho.

Guerreira, uma graça de gente, quando foi minha aluna, há muito tempoooooo, rs, era a bonequinha da turma...continua sendo...sua alegria carioca é contagiante e suas fotos são sensacionais. coleciono algumas, e uma delas, aí estamos, juntinhas, trabalhando, pra lembrar velhos tempos...quando fomos da equipe do gabinete do prefeito Conde, juntas.