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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

homenagem a Heloneida Studart






Este artigo é de uma pesquisadora de santa catarina. Hoje,
lembrei muito da Heloneida, em quem votei, muitas vezes.
Mulheres no Brasil, como ela, existem poucas.
Bj
Cida Torneros


HOMENAGEM A HELONEIDA STUDART

Uma escritora feminista: fragmentos de uma vida

Cecília Cunha

Universidade Federal de Santa Catarina

Em 1974, Heloneida Studart, a convite da Editora Vozes, lançou o pequeno livro Mulher, objeto de cama e mesa. Essa publicação de 53 páginas, composta de textos concisos, geralmente frases bem chocantes, em forma de colagens, tornou-se um sucesso editorial ao longo dos anos e, atualmente, já está na 27ª edição com quase 300 mil exemplares vendidos.

E quem é essa escritora que se propunha a falar da condição feminina, do seu corpo, de maneira tão incisiva e sem muitos rodeios? Ou que insultava as mulheres para que repensassem as suas vidas além do universo doméstico e pudessem construir a sua própria trajetória além do espaço doméstico?

Para traçar o seu perfil, primeiramente trago um fragmento de sua crônica memorialista "O poder desarmado", publicada em 2001 no Jornal do Brasil:

tinha 13 anos, em Fortaleza, quando ouvi gritos de pavor. Vinha da vizinhança, da casa de Bete, mocinha linda, que usava tranças. Levei apenas uma hora para saber o motivo. Bete fora acusada de não ser mais virgem e os dois irmãos a subjugavam em cima de sua estreita cama de solteira, para que o médico da família lhe enfiasse a mão enluvada entre as pernas e decretasse se tinha ou não o selo da honra. Como o lacre continuava lá, os pais respiraram, mas a Bete nunca mais foi à janela, nunca mais dançou nos bailes e acabou fugindo para o Piauí, ninguém sabe como, nem com quem.1

A essas memórias serão acrescidas muitos outros episódios:

Eu tinha apenas 14 anos, quando Maria Lúcia tentou escapar, saltando o muro alto do quintal de sua casa, para se encontrar com o namorado. Agarrada pelos cabelos e dominada, não conseguiu passar no exame ginecológico. O laudo médico registrou "vestígios himenais dilacerados" e os pais internaram a pecadora no reformatório Bom Pastor para "se esquecer do mundo". Esqueceu, morrendo tuberculosa.2

O espaço desse mundo narrado, Fortaleza (CE), cidade onde nascera em 9 de abril de 1925, ainda era bem provinciano, mas a vida das mulheres não diferia muito nos outros lugares brasileiros do final dos anos 30. Heloneida Studart pertencia a uma família ilustre. A sua mãe, Edite Studart Soares, era descendente do historiador Barão de Studart e seu pai Vicente Soares, parente do líder abolicionista e geógrafo Antonio Bezerra de Menezes. Recorda:

nasci num casarão cheio de mulheres. O casarão do meu avô tinha sete alcovas, para que as mulheres não fossem às janelas, nem fossem vistas, pois as alcovas só abriam para dentro da casa. O casarão do meu avô tinha um piano na sala e seis empregadas na cozinha. As filhas se casavam e continuavam morando no casarão.3

Aprendeu as primeiras letras com uma empregada, chamada pelas suas tias mais velhas de "a negra", uma filha de índios que a alfabetizou clandestinamente. Desde cedo teve o incentivo de seu pai, que possuía uma biblioteca com mais de dois mil livros e que costumeiramente afirmava: "Você é a mais linda porque é a mais inteligente. Quando o tempo passar elas serão menos lindas e você estará mais inteligente".4 Recorda que era morena em uma família de "louras lindas". O gosto pelo conhecimento era a sua prioridade de vida. Seguindo os costumes das famílias abastadas, passa a freqüentar o Colégio Imaculada Conceição de Fortaleza. Em meio ao ambiente de recato e muita oração, a pequena Heloneida, aos nove anos, já começa a escrever as suas histórias. E foi com o texto A menina que fugiu do frio que passou a sonhar com a possibilidade de ser uma escritora.

Colaborou com crônicas no jornal O Nordeste,porta-voz oficioso da Igreja Católica, causando polêmica entre amigos e familiares. Recorda: "Uma mulher pública! Não vai achar um bom partido!".5 Também estudou escondida da família para um concurso no Ministério da Fazenda; aprovada, tornou-se um desgosto para a sua mãe, por ser "a mulher que trabalha fora". Somando-se a isso, foi participante da Casa de Juvenal Galeno, da chamada Ala Feminina, organizada por Henriqueta Galeno. Essa organização tinha como propósito estimular a atuação das mulheres nas letras cearenses.

E como a capital da República era o centro cultural do país, em 1949, Heloneida muda-se para o Rio de Janeiro, e passa a cursar Ciências Sociais na Universidade Federal do Rio de Janeiro.

A sua estréia com um texto de maior fôlego aconteceu com a publicação do romance A primeira pedra. Importante mencionar que Rachel de Queiroz foi a sua madrinha literária, pois, após uma leitura dos originais, a encorajou para que tornasse públicos os seus escritos há tempos guardados. A respeito desse livro, Rachel de Queiroz dedica-lhe a crônica "Uma romancista", publicada na revista O Cruzeiro, em 13 de fevereiro de 1954. Ela comenta que a "filha das praias do Ceará", pertencente a uma nova geração de escritoras, mesmo usando uma fórmula romanesca clássica (amor, sofrimento e morte), é original em conduzir a história (de "delicado sentido poético"), e sintetiza que o seu livro é "ousado e belo"; "livro de um escritor de verdade".6

Em 1955 lança o seu segundo romance, Dize-me o teu nome, obtendo grande sucesso de público e crítica. Com essa publicação, Heloneida recebe os prêmios Júlia Lopes de Almeida, pela Academia Brasileira de Letras, e Orlando Dantas, pelo jornal Diário de Notícias. A respeito do livro, assim escreve Tristão de Ataíde:

É, antes de tudo, um romance escrito com uma simplicidade original como deve ser a verdadeira simplicidade estilística que não se confunde com a vulgaridade terra a terra, como tantos falsos escritores acreditam, pois não basta ser retórico para escrever bem.7

Em 1956 Heloneida passa a trabalhar no jornal Correio da Manhã, e de sua intensa atuação na imprensa envolveu-se com as lutas populares, sendo eleita presidente do Sindicato das Entidades Culturais (Senambra) em 1966.

Por fazer oposição à ditadura militar, foi destituída do cargo e presa por algumas semanas em 1969. Durante a sua permanência no cárcere, no presídio São Judas Tadeu, elaborou os roteiros das peças Quero meu filho e Não roubarás, posteriormente exibidas pela TV.

Em meados da década de 70, o seu livro Mulher, objeto de cama e mesa era leitura obrigatória para a militância do movimento feminista. No ano de 1975, a Organização das Nações Unidas (ONU) institui o Ano Internacional da Mulher. É criado o Movimento Feminino pela Anistia em São Paulo. Nesse momento, segundo Margareth Rago,

nasceram inúmeros grupos feministas, mais ou menos próximos do campo marxista e dos grupos políticos de esquerda, ao mesmo tempo que abertos para os novos horizontes teóricos e políticos que se abriam no país, sobretudo com os "novos" movimentos sociais. Assim como outros grupos denominados de "minorias", as feministas buscavam criar uma linguagem própria, capaz de orientar seus rumos na construção da identidade das mulheres como novos atores políticos.8

Dentre as muitas atividades que marcam esse período, cito os famosos debates sobre a condição feminina com o apoio da ONU e da Associação Brasileira de Imprensa no Rio Janeiro.

Como redatora na revista Manchete, Heloneida foi enviada para fazer a cobertura do Congresso Internacional da Mulher, no México. Lá, com as amigas Rose Marie Muraro, Branca Moreira Alves e Moema Toscano, percebe que as queixas em relação ao machismo eram as mesmas. Nesse sentido, constata "que não valia a pena só mudar as leis e que a luta tinha que ir mais fundo".9 E assim, as amigas, ao retornarem, fundam a primeira entidade feminista no Brasil: o Centro da Mulher Brasileira (CMB), com propósitos de ser um espaço de reflexão, pesquisa e análise da condição da mulher brasileira. Por essas pretensões ousadas, foram muitas vezes perseguidas pela polícia, mas "a idéia feminista se espalhou como um rastilho de pólvora",10 e muitas mulheres aderiram às novidades e à luta, assim como a outras agremiações. Segundo Margareth Rago, "Todos eles [militantes] mesclavam ex-militantes partidárias, marxistas e ex-marxistas, com feministas das novas gerações que defendiam prioritariamente as 'políticas do corpo' e as questões da sexualidade".11

Em sintonia com a militância feminista atuava no jornalismo, tendo trabalhado como redatora do programa de Cidinha Campos na rádio Manchete, e, com a sugestão de uma pauta de Juca Chaves, Heloneida, em conjunto com Rose Marie Muraro, escreveu um roteiro que causou muito impacto: Homem não entra. Depois, esse mesmo texto foi levado aos palcos de várias cidades brasileiras, experiência que durou cinco anos, sacudindo as mentes femininas que lotavam os teatros para discutir as mais diversas questões que emergiam a partir do monólogo.

Logo após o fim do regime militar, surgiriam três novos romances, chamados pela própria autora de "Trilogia da Tortura". O pardal é um pássaro azul, de 1975, que foi traduzido para vários idiomas, em francês recebeu o título de Le cantique de Memeia, em alusão à protagonista, sendo também publicado no Canadá com uma edição de bolso. O segundo livro da trilogia, O estandarte da agonia, de 1981, considerado pela autora a sua melhor produção literária, é uma narrativa baseada em suas memórias da repressão e que remete à vida de sua amiga Zuzu Angel. E para fechar o trio, em 1986, publica O torturador em romaria, uma narrativa que tem como protagonista um torturador que alterna os espaços do Rio de Janeiro e do Ceará em sua missão e peregrinação.

Com o êxito do seu livro Mulher, objeto..., em 1989 Heloneida lança Mulher, a quem pertence seu corpo?, também pela Editora Vozes. Ela publicou ainda os seguintes livros: A culpa (1963); Deus não paga em dólar (1968), retirado das livrarias durante a repressão; A deusa do rádio e outros deuses, editado pela Rosa dos Tempos em 1970; e China, o Nordeste que deu certo (1977).

Tendo como profissão o jornalismo, por quase uma década foi redatora da revista Manchete. Colaborou com a imprensa carioca com artigos, ensaios e crônicas, na Tribuna da Imprensa, O Globo e O Pasquim, dentre outros periódicos. Atuou também como radialista e ainda como comentarista do programa Sem Censura da TV Cultura.

A longa carreira parlamentar começa em 1978. Heloneida comenta assim esse início:

Um grupo de esquerda resolveu apresentar nomes para tentar a legenda do MDB. Não sei por quê, pensaram no meu. Eu nem tinha idéia de como se fazia uma campanha política. Separaram para mim as favelas da Tijuca: Formiga, Borel e São Carlos. Naquele tempo as favelas eram pacíficas e eu subia aquilo todo fim de semana.12

A partir dessa empreitada, foi eleita com expressiva votação para deputada estadual, com de 60 mil votos. Reelegeu-se em 1982, novamente pelo PMDB, vindo a ser, inclusive, vice-líder da bancada de 1979 a 1988, ano em que deixou o partido e participou da fundação do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). No ano seguinte, saiu do PSDB e entrou para o Partido dos Trabalhadores (PT).

Durante a sua atuação como parlamentar, Heloneida exerceu vários cargos importantes, como por exemplo vice-presidente da Comissão Parlamentar de Controle do Meio Ambiente, de 1979 a 1980; presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, de 1981 a 1982; integrante das comissões especiais relativas aos direitos da mulher, no que diz respeito aos direitos reprodutivos; vice-líder da bancada do PT; e, de 1995 a 1999, presidente de uma comissão especial destinada a apurar as formas de arrecadação e distribuição dos direitos autorais no Rio de Janeiro. Ainda foi presidente da Comissão Permanente de Defesa dos Direitos Humanos.

O seu nome também faz parte da história da Assembléia Constituinte, momento em que Heloneida participou do chamado "lobby do batom", cujo lema era "Constituinte pra valer tem que ter palavra de mulher". Com afinco as lobistas garantiram o direito de a mulher ser considerada chefe de família, o fim do pátrio poder, o fim da administração dos bens somente pelo homem, o reconhecimento de a mulher ter salário igual por trabalho igual e, segundo Heloneida, o mais difícil: os quatro meses de licença-maternidade.

A sua atuação no Legislativo se destacou por criar leis que vieram a beneficiar mulheres e trabalhadoras, tais como a lei que garantiu o exame de DNA para mães de baixa renda; a lei que obriga as unidades públicas e conveniadas de saúde a realizar cirurgia reconstrutiva de mama em mulheres que sofreram mutilações decorrentes de câncer; a lei que garantiu a distribuição gratuita de medicamentos para tratamento e monitoramento da diabetes, e a que obriga o serviço público a conceder um dia de licença por ano a funcionários com 40 anos ou mais para exame preventivo de câncer.

Na Assembléia, em meio às suas tarefas legislativas, a deputada-escritora implantou ainda o projeto cultural "Libertas quae sera tamen", que objetivava dar acesso ao público ao conhecimento das lutas de libertação do povo brasileiro. Nesse sentido, foram encenadas as peças Tiradentes, o Zé de Vila Rica, Bárbara do Crato e Frei Caneca. Segundo Heloneida, o "público-alvo eram os alunos das escolas públicas. Os atores eram adolescentes do Morro da Babilônia e do Chapéu Mangueira, quase todos negros".13

Em 2000, publicou ainda mais dois romances: Selo das despedidas e Jesus de Jaçanã, sendo este último, sobre a saga de um nordestina sem terra, também traduzido para o francês.

Em 2003, concorreu a uma cadeira na Academia Brasileira de Letras, um espaço hegemônico da cultura patriarcal, tendo sido preterida na disputa com Marco Maciel.

O seu último livro publicado, em 2006, foi Luiz, o santo ateu, no qual escreve sobre a vida do potiguar Luiz Maranhão Filho, professor, advogado, jornalista, ex-deputado estadual do Rio Grande do Norte e importante militante político do antigo Partido Comunista Brasileiro, que foi preso durante a ditadura militar e que consta como desaparecido desde abril de 1974.

Em 2007, a ex-deputada foi nomeada para os cargos de diretora do Centro Cultural da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro e do Fórum de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de Janeiro Jornalista Roberto Marinho.

Heloneida Studart teve como companheiro de sua vida o engenheiro têxtil e administrador de empresas Franz Orban. Jornalista, radialista, escritora, feminista, ex-deputada, mãe (seis filhos do sexo masculino e uma filha adotiva), ela faleceu, aos 82 anos, vítima de parada cardíaca, na manhã do dia 3 de dezembro de 2007 no Rio de Janeiro.

Enfim, por sua atuação aqui alinhavada, ela foi considerada uma das 100 brasileiras mais importantes do século XX e cotada entre 1.000 mulheres para concorrer ao Prêmio Nobel da Paz.

E para encerrar esses retalhos biográficos, trago a sua fala:

A família toda passava as férias numa casa de praia em Iguape. No caminho parava num boteco pé-de-chinelo para tomar café com broa onde tinha um cartaz na porta: "Mulher aqui só diz três coisas: 'Xô, galinha', 'Entra, menino' e 'Sim, senhor'". Fiquei muito impressionada com isso. Outra frase que me deixou profundamente revoltada era de minha tia solteirona: "Heloneida, fique certa que mulher não tem querer". Eu tinha 7 anos e resolvi que ia passar a minha vida mostrando que mulher tinha querer sim!14

Obras da autora

A primeira pedra. São Paulo: Saraiva, 1953. (Romance).

Dize-me o teu nome! Rio de Janeiro: Editora São José, 1955. (Romance).

A culpa. Rio de Janeiro: Livraria Agir Editora, 1963. (Romance).

Deus não paga em dólar. Rio de Janeiro: Editora Encontro, 1968. (Romance).

No reino da boneca encantada. Rio de Janeiro: Editora do Brasil, s/d. (Infantil).

Mulher, brinquedo do homem? Petrópolis: Vozes, 1969. (Ensaio).

A deusa da rádio e outros deuses. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 1970. (Romance).

O pardal é um pássaro azul. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1975 (Romance).

Mulher, objeto de cama e mesa. Petrópolis: Vozes, 1975. (Ensaio).

China, o nordeste que deu certo. Rio de Janeiro: Nosso Tempo, 1977. (Reportagem).

O estandarte da agonia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981. (Romance).

O torturador em romaria. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. (Romance).

Mulher, a quem pertence seu corpo? Petrópolis: Vozes, 1989. (Ensaio).

Selo das despedidas. Rio de Janeiro: Bluhm, 2000. (Romance).

Jesus de Jaçanã. São Paulo: Elevação, 2000. (Romance).

Luiz, o santo ateu. Natal: Editora da EDUFRN/Diário de Natal, 2006. (Biografia).

Em parceria

STUDART, Heloneida; CUNHA, Wilson. A primeira vez... à brasileira. Rio de Janeiro: Nosso Tempo, 1977. (Reportagem).

Referências bibliográficas

GIRÃO, Raimundo; SOUSA, Maria da Conceição. "Heloneida (Maria) Studart". In: ______. Dicionário da literatura cearense. Fortaleza: Imprensa Oficial do Ceará, 1987. p. 219-220.         [ Links ]

QUEIROZ, Rachel de. "Uma romancista". O Cruzeiro, p. 98, 13 fev. 1954.         [ Links ]

RAGO, Margareth. "Os feminismos no Brasil: dos 'anos de chumbo' à era global". Revista Estudos Feministas, n. 3, jan./jul. 2003. Discponível em: http://www.unb.br/ih/his/gefem/labrys3/web/bras/marga1.htm. Acesso em: 11 fev. 2008.         [ Links ]

STUDART, Heloneida. "O poder desarmado". Jornal do Brasil, 6 fev. 2001.         [ Links ]

______. "O corpo das mulheres é desarmado". Jornal do Brasil, 25 out. 2005. Entrevista no Caderno B. Disponível em: http://jbonline.terra.com.br/jb/papel/cadernob/2005/10/22 /jorcab20051022005.html. Acesso em: 13 fev. 2008.         [ Links ]

1 Essa crônica, publicada originalmente no jornal em 6 de fevereiro de 2001, passou a circular amplamente em diferentes sites, e, muitas vezes, consta, erroneamente, como autora o nome de Rita Lee. Cf. STUDART, 2001.
2 STUDART, 2001.
3 STUDART, 2005.
4 STUDART, 2005.
5 STUDART, 2005.
6 QUEIROZ, 1954.
7 Citado por Raimundo GIRÃO e Maria da Conceição SOUSA, 1987, p. 220.
8 RAGO, 2003.
9 STUDART, 2005.
10 STUDART, 2005.
11 STUDART, 2005.
12 Cf. STUDART, 2005.
13 STUDART, 2005.
14 STUDART, 2005.



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