Maracanã

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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

contra-ataque do amor: Lendas de amor, histórias de paixão, ilusões de ...

contra-ataque do amor: Lendas de amor, histórias de paixão, ilusões de ...: O tal amor arrebatador, movido a gás novelesco, hollywoodiano ou espiritualista, existe muito mais na imaginação do que no dia a ...


segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Blog da Cida Torneros: Viajante de um mundo de utopia!

Blog da Cida Torneros: Viajante de um mundo de utopia!: Muitas são as formas de iludir-se diante do mundo violento que nos sufoca. Uma delas, seria desligar-se totalmente dos canais de co...

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

cartão de boas festas!

Hije recebi esre cartão de boas festas, veio de Vizeu, Portugal. Todos os anos, minha amiga, quase filha, Lena Teixeira, me envia um cartão assim, carinhoso, envolto em esperança.  Desta vez, ela fantasiou sua amada cadela Kiara, de Rena de Papai Noel, uma graça,  e como me fez feliz receber esta prova de atenção,  lembrança,  afeto, num mundo que anda tão necessitado de aconchego e sinceridade. 
Obrigada, jovem Lena, de coração,  esperando ansiosa o dia em que vamos nos abraçar pessoalmente e vou ttambém conhecer a simpatica Kiara, sapeca, inteligente e tão natalina!
Cida Torneros

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Terapia cognitiva, um salto na qualidade de vida!

Estou no consultório do terapeuta com um pedido de "help", mas, sei que a relação analista/paciente é, antes de tudo, confiança no profissionalismo que o atendimento requer e/ou inspira.
Tenho sorte. Meu terapeuta é renovador e estudioso. Depois de alguns meses sem visitá-lo, sou recebida com a grata surpresa da dinamica da psicologia cognitiva, que postula respostas mais imediatas. Vamos fundo. Os porquês são recolocados, o saldo positivo supera as dificuldades e o céu está muito azul, compreendo isso, através do novo olhar que dirijo a mim, em momento de redescoberta.
Vibrações positivas e muita força para enfrentar a luta, sacudir a poeira, observar o mar sem fim, penetrar no vento flutuante, lembrar de amigos que partiram, agradecer o quanto me fizeram feliz e o legado de carinho que me presenteiam, apesar da despedida.
Bom sentir que há muita luz  no meio do túnel.
Enfrente seus medos, digo a mim mesma e sigo, na quinta-feira,  com destino ao bom combate. Sei que o amor pela minha mãe é vivenciar, neste momento, seus problemas, cabe a mim, ter paciência,  compreender e ser solidária.
Vejo-me com a luminosidade das criaturas que buscam a superação,  aplaco os efeitos das dores fisicas, são pequenas lufadas, brisas inquietas que não tem poder suficiente para apagar o brilho do meu sol interior!
Grito um bom dia dirigido à vida que me acolhe e cerca. Fixei a imagem de flores coloridas se abrindo nas manhãs do meu jardim e me reconheço,  entre elas, decididamente, cognitivamente, sinceramente!
Maria Cida Torneros

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

bonjour

http://www.music-gratuits.com/music/Jean-Jacques-Goldman-La-Bas.php

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

contra-ataque do amor: Lendas de amor, histórias de paixão, ilusões de ...

contra-ataque do amor: Lendas de amor, histórias de paixão, ilusões de ...: O tal amor arrebatador, movido a gás novelesco, hollywoodiano ou espiritualista, existe muito mais na imaginação do que no dia a ...

segunda de esmalte azul!







Acordei antes das 6, mamãe na mesma, aquele estado de avançada idade, remédios,  lamentos, etc.
Saio para a rua com a sensação estranha de que faço o que posso e consigo. Dores nas costas que já fazem parte do meu dia a dia, mas, dentro de mim, uma vontade de ser feliz, sempre, apesar de tudo. Entro na drogaria e escolho um vidro de esmalte colorido. Vou direto à manicure. Aproveito também e ajeito os cabelos, quero ser bonita para mi mesma. Nem consigo pensar em passear ou ir ao cinema. Venho para minha casa e me fotografo. Assim, de esmalte azul, numa segunda-feira.  Dou uma olhada no nome do esmalte e confirmo a intuição,  está escrito: MAR SEM FIM!
Tem coisa mais linda que olhar o mar?
Cida Torneros

domingo, 1 de dezembro de 2013

sábado, 30 de novembro de 2013

la chascona, a despenteada, lembrei Neruda


Amanheci com dores na coluna e não pude viajar. Faltei a um compromisso pois ia assistir à formatura do Gustavo, filho da minha amiga Katia, na academia militar de Agulhas Negras. Paciência,  repouso, e de noite, vou fazer companhia à minha mãe. 
Sento em frente ao tablet, ligo a camera e me flagro, descabelada, ainda muito cedo, clico e vejo a imagem da Matilda, grande amor do poeta Pablo Neruda. Ele a chamava de Chascona, por seu cabelo sempre revolto. Visitei, em Santiago, a casa museu onde viveram sua paixão,  chamada exatamente La Chascona.
Vi objetos, quadros, a saga do mar pelos cantos, ele era um apaixonado pelos mistérios dos oceanos,  em toda a residência se encontram detalhes que nos balançam em ondas, mareando sentimentos.
Sábio e amoroso poeta. Amou as ondulações dos cabelos de Matilda, amou as ondas que os mares oscilantes provocam em nossas vidas.
Desde ontem, decidi que me deixaria ser levada pelos ventos, como se fora um barco a vela e cá estou, me reprogramando, acho que vou rmper o novo ano, à beira mar, em Copacabana, minha amiga Vera convidou, só preciso saber quem pode ficar com mamãe,  tem sido com ela que atravesso a passagem dos ultimos 7 anos desde que perdi meu pai, seu companheiro de 59 anos. Ela entenderá que preciso pular 7 ondas, molhar os pés,  brindar nova vida, acreditar que farei a travessia do oceano porque minha vida muda e o amor faz de mim uma criatura assim, despenteada, soprando ao vento que seja tão forte que me traga de longe os beijos de quem já me esperava, e agora, me chama com sua paciência e origem, como a minha, ou melhor, como a dos nossos ancestrais.
Encerro capítulos.  Abro novos horizontes. Nem posso pedir desculpas a quem sonhou o que fiz sonhar. Apenas agradeço que cada um seja desapegado, me compreenda a liberdade que tenho de estar assim, despenteada, ao sabor dos ventos, e me sentir amada, sendo poeta também.  
MARIA CIDA TORNEROS 


Camane, guerra das rosas


contra-ataque do amor: Andrea Bocelli Live - Cuando Me Enamoro (2006)

contra-ataque do amor: Andrea Bocelli Live - Cuando Me Enamoro (2006)

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

terça-feira, 26 de novembro de 2013

contra-ataque do amor: Joaquin Sabina - Más de cien mentiras

contra-ataque do amor: Joaquin Sabina - Más de cien mentiras

O dia dos meus 60 anos!









Foi uma festinha improvisada, de ultima hora. Passei no mercado e pedi ao confeiteiro para escrever meu apelido carinhoso de familia cidinha com o numero 60. Comptrei na sessão de festas infantis, bolas, copos, pratinhos e chapéus coloridos. Em casa, fiz canapes espetados em palitos, fritei uns pastéis de massa pronta , fiz um manjar de coco, peguei um vestido vermelho no armário e lembrei dos adereços comprados meses antes em Barcelona. Brincos, xale, peneita, leque, me enfeitei para receber minha mãe,  irmão,  filho, cunhada e sobrinhos. Liguei para uma amiga de vida toda, que mora perto, a Eliane, convidei-a explicando que ela representaria todos, pois eu resolvera comemorar na volta do trabalho e pegara todo mundo de surpresa.
Afinal, pensei, não devia deixar passar em branco data tão especial.
Meu irmão me trouxe de presente um dvd do Chico Buarque, nos alegramos todos, minhacsobrinha fez as fotos, e eu, depois que todos se foram, fui dormir com a sensação da virada da vida!
Agradeci baixinho, sonhei com as novas festas de outras idades que viriam, se Deus me desse chance. 
E, hoje, aos 64, sou muito feliz comigo mesma, aceito dores, supero fases, aprecio musica, amo familia e amigos, escrevo para desafogar alma e coração,  sou plena de amor e se encontro o amor,  sei que ele me oferece mimos, peço-lhe apenas que me compreenda muito e seja paciente! 
Sou uma senhora, mas dentro de mim, mora uma menina festeira!
Maria Cida Torneros

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

dia feliz, sempre!


Hoje e sempre, a luta contra a violência à Mulher



Fui buscar um velho cd do Gonzaguinha, para homenagear a mulher violentada pela discriminação,  pela agressão,  pelo assédio,  pelo mercado da beleza de formas, o culto das misses, das bundas, dos peitos, a degeneração da sua imensa capacidade de pensar. Numa cultura machista, a coisa começa em casa, quando uma mulher cria filhos homens que se acostumam a serem servidos como se fossem obrigações propriamente femininas as tarefas da casa.
Outro que me emociona é Chico Buarque, cantado por Simone. Canções como Explode coração e grito de alerta, traduzem bem o que se passa na alma feminina em situações limite.
Também,  as religiões primam por dotar as fêmeas de predicados em segundo plano, formadoras do lar, procriadoras, amantes e talvez amadas na proporção da sua fidelidade carnal ou renúncia serviçal. 
Dirão muitos que as coisas mudaram ou estão mudando, entretanto, consultemos as estatísticas e veremos a quantidade de mulheres que levam surras de maridos ou namorados, o número absurdo de assassinatos em que as vítimas tentaram em vão se proteger dos furiosos e inconformados "machos" covardes e vingativos.
Meninas crescem ouvindo o quanto devem se esforçar para conseguir um lugar ao sol quando forem adultas. E ninguém lembra de lhes dizer que essa história noveleira de dizerem :"você é minha", não passa de um artifício perigoso, ao invés de ser elogio de grande amor.
Um dia, uma palavra áspera,  crise de ciúmes,  de repente uma ofensa, um empurrão,  um tapa, os gestos aumentam de intensidade, as ameaças doentias,  tipo, "eu te mato", em lugar de "eu te amo", mas, beijos e abraços apagando temporariamente as dores de relações doentes.
Noutro dia, a fuga, a liberdade, o adeus dolorido, a mulher corre da raia, gota dagua ( aí entram as canções  do Gonzaguinha e do Chico), e, algumas terão a chance de recomeçar,  refazer suas vidas.
Mas, milhares delas, hoje, são ossos jazendo em túmulos regados a lágrimas de filhos, familiares e amigos, enquanto eles, os matadores violentos, nem sempre cumprem penas, nem sempre se arrependem, e, quase sempre, são "amados" por novas criaturas que os aceitam na esperança de não se tornarem as próximas vítimas. 
Cida Torneros

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Reponse a mon BB : Merci!

Hoje recebi este textos, por email: " Bises, ça vas ma Marie, ecrire moi, caress de BB"
Meu coração é sensivel, resolvo escrever aqui e enviar para o meu BB, sessentáo, uma unica palavra: merci!
Oui, merci mon BB por ton caress!"
Neste momento, ficamos assim, seremos sempre bons amigos, o amor que era virtual, nunca chegou a se tornar realidade, mas, a alegria que trocamos, é verdadeira, e o mundo, tão incrivelmente lúdico, nos dá a unica certeza: nossa amizade é além e seremos sempre felizes com nossas doces lembranças. 
Aprendi com mon BB a pensar que há momentos em que até o impossivel encontro pode representar a possibilidade de aceitar os nãos da vida e os sins do tempo que passa.
A toi, merci, mon BB, pardon por mots tres petis, mas je vais t'aimer, avec respect, toujour! A bientot! Je suis Marie, je aime la vie et la amitié! 

Em 2009 fui, pela primeira vez a Paris. Encontrei um velho-novo amor e tive a sorte de viver um breve romance na cidade luz. Voltei, com a certeza de que precisava estudar francês.  Comecei um cursinho, inscrevi-me num site cultural e conheci um novo amigo, argelino, radicado desde menino em Paris, da minha geração,  com quem troquei muitos emails e conversas sobre tudo. Música,  sentimentos, pintura, ele faz belas aquarelas. Voltei à capital francesa em 2011, mas não nos vimos. Fui, em 2012 à Espanha e chegamos a combinar nos vermos em Barcelona, mas não foi possivel. Neste 2013, temos escasseado nossa comunicação e o amor virtual que nos aproximou, vai se tornando, aos poucos, bela "amitié", já sentimos isso, com certo lamento.
Ele me ajudou muito a me comunicar escrevendo em francês,  pois só domina esta lingua alem da árabe.  Eu, que escrevo também em espanhol e inglês,  acostumei a chamá-lo carinhosamente de Mon BB, e ele me trata por Ma Marie.
Distâncias e "reves", sonhos, de quase 3 anos, a vida segue, temos ficado sem nos falar por muito tempo. 
Hoje, recebi um email carinhoso que me trouxe a vontade de libertar nossos corações,  deixar que voemos, sem destino, e, sussurrar, emocionada "au revoir".
Marie