aqui tem música, poesia, reflexões, homenagens, lembranças, imagens, saudades, paixões, palavras,muitas palavras, e entre elas, tem cada um de vocês, junto comigo... Cida Torneros
Maracanã
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
contra-ataque do amor: Lar, doce lar! flor nova no jardim!
contra-ataque do amor: Lar, doce lar! flor nova no jardim!: A flor abriu e a semana começou. Uma segunda de primavera nublada, volto para o lar, doce lar e vejo como a natureza me...
Universo Carlos Villarrubia: LAS PALABRAS DE LA DESPEDIDA de CARLOS VILLARRUBIA...
Universo Carlos Villarrubia: LAS PALABRAS DE LA DESPEDIDA de CARLOS VILLARRUBIA...: Palabras aladas buscando puerta, mensajes al viento que acaban por reencontrarse en las aguas de la memoria.Para ilustrar mi poema el bril...
sábado, 28 de setembro de 2013
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Blog da Cida Torneros: Quando eu tinha 64!
Blog da Cida Torneros: Quando eu tinha 64!: Sempre que ouvia a canção dos Beatles, aquela em que eles falam do futuro, imaginando como se sentiria, quando atingissem os 64, eu me ...
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Bonjour a toi, João, em Paris!
A manhã de outono, hoje, você me disse, era de 5 graus, em Paris. Aqui ainda a madrugada se espraiava, e, na cidade-luz, o trabalho recomeçava, os turistas já se aglomeravam nas ruas em busca da magia que Paris nos impõe. O canto dos enamorados da historia e da arte ressoa em nós, Paris é nossa fonte de energia, sabemos disso.
Merci por seu carinho, bonjour, bisous e santhe!
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Brigitte Bardot, 78 anos, tweetou, pela prmeira vez!
Blog da Mulher Necessária: la Bardot
Ela abriu no dia 24 de setembro de 2013, umq conta no tweeter. Fez uma reclamação contra noticia publicada no jornal Le Figaro sobre um apartamento em Paris que pertenceu ao seu ex, o playboy Gunter Sachers.
La Bardot, atualissima!
Ela abriu no dia 24 de setembro de 2013, umq conta no tweeter. Fez uma reclamação contra noticia publicada no jornal Le Figaro sobre um apartamento em Paris que pertenceu ao seu ex, o playboy Gunter Sachers.
La Bardot, atualissima!
Blog da Cida Torneros: Dilma versus Obama, gêneros opostos gênios fortes ...
Blog da Cida Torneros: Dilma versus Obama, gêneros opostos gênios fortes ...: Ela pregou a paz e a discussão pela diplomacia para o mundo conturbado do século XXI. Ele ratificou o uso da intervenção militar quando hou...
Blog da Cida Torneros: Rio 2016 Caetano Veloso - Isto Aqui o Que é (Sandá...
Blog da Cida Torneros: Rio 2016 Caetano Veloso - Isto Aqui o Que é (Sandá...
Isso aqui ooooo
É um pouquinho de Brasil!
Isso aqui ooooo
É um pouquinho de Brasil!
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Blog da Cida Torneros: a primavera no hemisferio sul, aí vem ela!
Blog da Cida Torneros: a primavera no hemisferio sul, aí vem ela!: Ela vem chegando, como canta Jorge Benjor, E feliz vou esperando, a primavera promete flor, Trará ilusões renovadas de novo amor, T...
notícias femininas, onde as mulheres buscam forças?
Muitas vezes, em manhãs de sextas-feiras, comumente, costumo pensar que as mulheres, ao mesmo tempo, sentem-se cansadas da lida semanal, mas, reinventam-se para os finais de semana. De todas as idades, cores, feições, estaturas, crenças, ideologias, lugares, confins, cidades e campos, profissões, na paz e nas guerras, sozinhas ou acompanhadas, vorazes ou tímidas, acomodadas ou audazes, com dores nas almas ou nos corpos, um exército delas segue em frente, decididas marcham, e as que continuam, representam tantas que tombaram, ao longo do caminho, pois, as renovadas forças nos empurram, num vento forte, dizendo que seguir é preciso!
Perdi, nos últimos tempos, mulheres de fibra, companheiras de vida e de luta, pessoas que me serviram e servem de referencia importante. Delas, vou vivendo de saudades e exemplos, enquanto me reorganizo, fisica e emocionalmente, para honrar-lhes a memória.
Uma lufada de partidas, e elas foram deixando a vida sem que eu pudesse me despedir como gostaria, mas, no fundo, sei que eu não gostaria nada de vivenciar tais despedidas. Reconheço que deixar-se abandonar por suas presenças nada representa já que suas lembranças são, na realidade, um fato dentro de mim, em escala constante.
Aprendi a rezar por elas, com gratidão, experimentando o mérito de te-las tido em meu convívio, por muitas e inesquecíveis ocasiões. Tia Maria, a meiga. Zelinda Lorosa, a que compartilhava comigo sua filha Lilia. Thereza Cristina, aquela que me fez votar na monarquia no plebiscito, cujas historias de exilio chileno e europeu povoaram conversas e campanhas politicas. Dalva Oliveira Sarmento, a quem fui visitar no Hospital das Clínicas para dizer um sofrido adeus, depois de trocas políticas, humanas, emocionais, que incluíram sua vinda ao Rio para assistirmos juntas ao desfile das campeãs do carnaval 2006. Tia Vera Augusta, a dona do armarinho em Xerem, que ligou para mamãe dias antes da partida. Há quase um mês, lá se foi a amiga irmã, Antonieta Santos, a quem rendo graças pelo extremo carinho, e lamento as vezes em que combinei visitá-la mais vezes e não consegui. Mas, viajamos muito, juntas, nos divertimos, dividimos nossas alegrias em Buenos Aires e Salvador, estivemos próximas em muitos trabalhos, escrevendo, produzindo e sonhando.
Néa, a jovem diarista, mãe de duas meninas, esta partiu e eu só soube meses depois, com o aperto no peito, rememorando sua graça de buscar alegria na vida dificil. Por email, veio a notícia de que a amiga dos tempos de ginasio, a Edleuza, também se foi.
D.Nea, mãe das amigas Denise e Lucia, partiu em 2012, deixando a marca da guerreira que amava a vida.
Sabemos que as perdas são parte das nossas vidas, mas dessas mulheres , tenho muito mais que saudades, sinto que há em todas, um ponto em comum.
Um detalhe que as une durante a passagem na vida na Terra.
Sua força, a força com que viveram para legar exemplo e brio aos descendentes, amigos, admiradores do seu talento de viver e coragem de partir.
Onde as mulheres buscam forças, eu me pergunto sempre. Mil respostas me sobem à cabeça. Desde a fé até ao destino. Entretanto, um consolo me responde, internamente, sei que há em cada uma que se foi, assim como haverá sempre em cada ser feminino que vive ou ainda nascerá, um ingrediente basico e definitivo.
Amor. Sim. Amor, maior que qualquer dificuldade, vi cada uma delas, sem exceção, enfrentar com amor, todos os momentos de suas vidas, e, por amor, viveram todas. Feliz sou eu, que mesmo sofrendo com suas idas, posso sentir que sua capacidade de amar, está viva. É sua força, aliás, é a razão de viver de todas nós. Mulher e amor, palavras tão sinônimas quanto definitivas!
Cida Torneros
Perdi, nos últimos tempos, mulheres de fibra, companheiras de vida e de luta, pessoas que me serviram e servem de referencia importante. Delas, vou vivendo de saudades e exemplos, enquanto me reorganizo, fisica e emocionalmente, para honrar-lhes a memória.
Uma lufada de partidas, e elas foram deixando a vida sem que eu pudesse me despedir como gostaria, mas, no fundo, sei que eu não gostaria nada de vivenciar tais despedidas. Reconheço que deixar-se abandonar por suas presenças nada representa já que suas lembranças são, na realidade, um fato dentro de mim, em escala constante.
Aprendi a rezar por elas, com gratidão, experimentando o mérito de te-las tido em meu convívio, por muitas e inesquecíveis ocasiões. Tia Maria, a meiga. Zelinda Lorosa, a que compartilhava comigo sua filha Lilia. Thereza Cristina, aquela que me fez votar na monarquia no plebiscito, cujas historias de exilio chileno e europeu povoaram conversas e campanhas politicas. Dalva Oliveira Sarmento, a quem fui visitar no Hospital das Clínicas para dizer um sofrido adeus, depois de trocas políticas, humanas, emocionais, que incluíram sua vinda ao Rio para assistirmos juntas ao desfile das campeãs do carnaval 2006. Tia Vera Augusta, a dona do armarinho em Xerem, que ligou para mamãe dias antes da partida. Há quase um mês, lá se foi a amiga irmã, Antonieta Santos, a quem rendo graças pelo extremo carinho, e lamento as vezes em que combinei visitá-la mais vezes e não consegui. Mas, viajamos muito, juntas, nos divertimos, dividimos nossas alegrias em Buenos Aires e Salvador, estivemos próximas em muitos trabalhos, escrevendo, produzindo e sonhando.
Néa, a jovem diarista, mãe de duas meninas, esta partiu e eu só soube meses depois, com o aperto no peito, rememorando sua graça de buscar alegria na vida dificil. Por email, veio a notícia de que a amiga dos tempos de ginasio, a Edleuza, também se foi.
D.Nea, mãe das amigas Denise e Lucia, partiu em 2012, deixando a marca da guerreira que amava a vida.
Sabemos que as perdas são parte das nossas vidas, mas dessas mulheres , tenho muito mais que saudades, sinto que há em todas, um ponto em comum.
Um detalhe que as une durante a passagem na vida na Terra.
Sua força, a força com que viveram para legar exemplo e brio aos descendentes, amigos, admiradores do seu talento de viver e coragem de partir.
Onde as mulheres buscam forças, eu me pergunto sempre. Mil respostas me sobem à cabeça. Desde a fé até ao destino. Entretanto, um consolo me responde, internamente, sei que há em cada uma que se foi, assim como haverá sempre em cada ser feminino que vive ou ainda nascerá, um ingrediente basico e definitivo.
Amor. Sim. Amor, maior que qualquer dificuldade, vi cada uma delas, sem exceção, enfrentar com amor, todos os momentos de suas vidas, e, por amor, viveram todas. Feliz sou eu, que mesmo sofrendo com suas idas, posso sentir que sua capacidade de amar, está viva. É sua força, aliás, é a razão de viver de todas nós. Mulher e amor, palavras tão sinônimas quanto definitivas!
Cida Torneros
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Assinar:
Postagens (Atom)







































.jpg)








-1.jpg)
